DANÇA IRLANDESA

Considerada a mãe do sapateado americano, a dança irlandesa foi criada há mais de 2 mil anos pelos povos celtas, e originou-se nas danças circulares que eram realizadas com músicas tradicionais da região. Na década de 90 passou a ter grande repercussão mundial através do musical Riverdance e do dançarino Michael Flatley, que transformou-a em algo mais performático.

A dança irlandesa é composta por duas técnicas baseadas nos diferentes calçados utilizados: o soft shoes, cujas sapatilhas são chamadas ghillies; e, o hard shoes, mais conhecido como sapateado irlandês, dançados com sapatos que produzem sons.

Nos espetáculos de dança irlandesa, você não vê apenas uma apresentação de dança, mas um grande espetáculo de sincronia, formas e ritmo.

Benefícios

 Em primeiro lugar, as aulas são muito divertidas e ajudam na autoconfiança dos bailarinos. Também desenvolve as habilidades sociais, pois o bailarino passa horas interagindo com pessoas que partilham dos mesmos interesses. Além disso, a dança irlandesa depende de um trabalho em equipe, que reforça a importância da determinação, do trabalho duro e da dedicação.
A dança é uma das atividades físicas mais agradáveis para garantir a boa forma do corpo, e a dança irlandesa é uma das mais aeróbicas. É constituída de muitos saltos, além de trabalhar o equilíbrio, pois deve-se manter a postura nas meias pontas e de pernas cruzadas. Por conta disso, também aumenta a resistência, melhora a postura, força muscular, principalmente de pernas, pés e abdome e a flexibilidade. Além disso, aprender os passos da modalidade, que são rápidos e precisos, desenvolve as habilidades cognitivas, de coordenação, ritmo, agilidade, coordenação motora e contribui para a boa memória.

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